Ford Transit City elétrica estreia na Fenatran

Linha Ford Transit City elétrica: chassi-cabine, baú e furgão

A Ford vai entrar na briga das vans elétricas de uma tonelada. A Transit City começa a ser vendida em 9 de novembro, na abertura da Fenatran, em São Paulo, com até 381 km de autonomia urbana e capacidade para até 14 m³ e 1.600 kg. O preço só será revelado na feira.

Linha Ford Transit City elétrica: chassi-cabine, baú e furgão
Linha Ford Transit City elétrica: chassi-cabine, baú e furgão. Foto: Ford

Três versões, um alvo: a cidade

  • Furgão L1H1: 6,4 m³ e até 1.085 kg, com 4,99 m de comprimento e teto baixo (1,99 m) para entrar em garagens.
  • Furgão L2H2: 8,5 m³ e 1.275 kg, cabe até três paletes.
  • Chassi-cabine L2H1: até 14 m³ e 1.600 kg com implemento.

A Ford Pro já tem 30 adaptações prontas com parceiros, de baú refrigerado e oficina móvel a ambulância, van escolar e viatura policial.

Compartimento de carga da Ford Transit City elétrica
Compartimento de carga da Ford Transit City elétrica. Foto: Ford

Autonomia e recarga

O motor elétrico entrega 150 cv e 260 Nm. A bateria LFP de 56 kWh, a maior do segmento segundo a Ford, garante até 381 km no ciclo WLTP urbano, 254 km no WLTP combinado e 186 km no ciclo do Inmetro.

  • Recarga rápida (115 kW): de 20% a 80% em cerca de 33 minutos.
  • Recarga em AC (11,5 kW): de 20% a 100% em cerca de 5 horas.

O raio de giro é de 6 metros, e há função One Pedal Drive.

Equipamentos

Painel digital de 7″, multimídia de 12,3″ com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, banco aquecido, câmera de ré e partida sem chave. Na segurança, piloto automático adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, sensor de fadiga, sensores dianteiro e traseiro e dois airbags.

Ford Transit City elétrica furgão
Ford Transit City elétrica furgão. Foto: Ford

Garantia e manutenção

Revisões a cada dois anos ou 40.000 km, garantia de três anos sem limite de quilometragem e oito anos ou 160.000 km para a bateria. Segundo a Ford, a manutenção custa 40% menos que a de uma van a diesel equivalente. A van foi desenvolvida com a JMC, na China, e calibrada pela engenharia brasileira da marca.

Dica do Freire

Em São Paulo, elétrico não entra no rodízio. Para quem faz entrega, isso significa trabalhar um dia a mais por semana com a mesma van. Some isso à manutenção mais barata e a conta do frotista pode fechar mesmo que o preço de compra seja maior que o de uma van a diesel. Fique de olho no preço na Fenatran: é ele que vai decidir o jogo contra as rivais chinesas.

Você colocaria uma van elétrica na sua frota? Conta nos comentários!

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Atitude fala mais alto. — Freire Neto | Motores e Ação desde 2002

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