O Citroën Basalt ganhou sua versão mais afiada, e o Motores e Ação colocou o Dark Edition à prova nas ruas e na estrada para descobrir o que realmente muda além do pacote visual. Ricardo Nunes Birão foi ao volante e trouxe as impressões diretas sobre desempenho, consumo real e o conjunto que a Stellantis está entregando neste segmento.
Design Dark Edition: menos cromado, mais atitude
A assinatura visual da versão Dark substitui os acabamentos cromados por detalhes escurecidos, com toques em vermelho espalhados pela carroceria. Aerofólio traseiro e rodas de 16 polegadas fecham um visual mais esportivo sem sair do que o Basalt já propõe como SUV cupê.
Motor Turbo 200 e câmbio CVT: o powertrain que a Stellantis já domina
Sob o capô, o Turbo 200 é acoplado ao câmbio CVT de 7 velocidades simuladas — combinação que a Stellantis já roda em outros modelos da casa e que Birão conhece bem de testes anteriores. Na avaliação de rodagem, o destaque ficou para a estabilidade e a resposta do conjunto em diferentes ritmos de condução.

Consumo real: o que o etanol entrega no dia a dia
Aqui está o ponto que interessa a quem pensa em colocar o dinheiro no bolso: em teste próprio, o Basalt Dark Edition marcou 16 km/l na estrada com etanol e 12,7 km/l em percurso misto. São números de uso real, não de tabela — e ajudam a entender o que esperar fora do ambiente controlado.
Porta-malas de 490 litros
Um número que poucos rivais no segmento de SUV cupê conseguem igualar, e que muda a conversa sobre o quanto de praticidade dá pra ter sem abrir mão do desenho coupê.
Preço, promoções e test drive
Para valores atualizados, condições de financiamento e para agendar um test drive do Basalt Dark Edition, a informação oficial está no site da Citroën: Conheça o Citroën Basalt
Atitude fala mais alto. — Freire Neto | Motores e Ação desde 2002














