O Citroën Basalt ganhou mais um título que pesa — e este não vem de teste de aceleração nem de folha de especificações. O Prêmio Qual Comprar 2026, da revista Autoesporte, elegeu o Basalt o melhor SUV de entrada do Brasil com base no custo total de propriedade: o que o carro realmente custa para quem compra, usa e eventualmente revende.
Por que este prêmio é diferente
A metodologia do Qual Comprar vai além do preço de tabela. A avaliação, feita em parceria com a Webmotors, considera:
- Custo-benefício geral
- Despesas de revisão até 50 mil km
- Cesta de peças
- Custo do seguro
- Desvalorização após um ano de uso
Vencer nesses critérios significa que o Basalt não é apenas competitivo na hora da compra — é vantajoso ao longo de toda a vida útil do veículo.

A linha 2026: quatro versões, um pacote consistente
O Basalt chega ao mercado em quatro versões: Feel, Feel Turbo 200, Shine Turbo 200 e a topo de linha Dark Edition Turbo 200 — que adiciona rodas de liga leve 16″ pintadas de preto, pedaleira esportiva, soleiras personalizadas, emblema Dark Edition nas laterais e skid plate com duplo chevron escurecidos.
Em toda a linha 2026, o modelo mantém equipamentos que justificam o reconhecimento:
- Central multimídia Citroën Connect Touchscreen de 10,25″ com bordas ultrafinas em preto brilhante
- Android Auto e Apple CarPlay sem fio
- Duas entradas USB tipo C
- Ar-condicionado automático digital
- Bancos e apoio de braço com revestimento e costuras premium
- Maior espaço interno da categoria
- Porta-malas de 490 litros (VDA)
Dica do Freire — Especialista
O critério mais revelador do Qual Comprar não é o preço de compra — é a desvalorização. O Basalt venceu numa categoria onde os compradores geralmente não têm margem para errar: quem compra SUV de entrada precisa de um carro que valha a revenda daqui a dois ou três anos. Ter uma das menores desvalorizações do segmento é o argumento que fecha negócio com o consumidor que pesquisa de verdade. A Citroën construiu o Basalt para esse perfil — e o mercado respondeu. Um prêmio baseado em dados da Webmotors e metodologia Autoesporte não é marketing: é resultado. E modelo, assim como o Fastback da Fiat, caiu no gosto do consumidor brasileiro. E você já testou? O que achou ou acha? Curta e comente.
















